DEPILAÇÃO
PHOTODERME
Neste momento é o método de maior
sucesso no Brasil, principalmente entre meninas como nós. O Photoderme é um aparelho
tipo laser, que emite uma luz intensa e pulsada (como flashes de uma máquina
fotográfica), que age no bulbo, mais precisamente no vaso que o alimenta, destruindo o
pigmento. A luz é transportada por um cristal que atinge uma grande área. No local, é
aplicado um anestésico em creme e um gel frio, para minimizar os efeitos de queima da
pele e para facilitar a condução da luz. Neste método, o uso freqüente acaba
coagulando os vasos sangüíneos, o que impede o pêlo de receber os nutrientes
necessários para seu crescimento, além de oxigênio. Desta forma, ele pára de nascer.
Porém, o pelo não é retirado com o aparelho. Após o tratamento, os pelos passam a
ficar soltos da raiz e com o tempo vão caindo.
Utilizado em todo o corpo, geralmente em mulheres como nós, permite resultados
excelentes. Sua principal vantagem é que, depois de no máximo de 10 aplicações, você
poderá estar definitivamente livre dos pelos, mas isso dependerá do seu organismo e das
características de sua pilosidade. Porém, o processo pode não ser definitivo para
alguns casos o que obrigaria a um número maior de sessões. O espaço ideal entre uma
aplicação e outra é de pelo menos 30 dias. Se você está determinada a aventurar-se
nesta empreitada, comece a se preparar, inclusive no bolso. Assim como o laser, é preciso
se esconder do sol pelo menos 30 dias antes das aplicações. Caso contrário, você se
livra dos pelos mas poderá enfrentar complicações como microvarizes e manchas. Por
outro lado, as aplicações são caras (algo em torno de R$ 700,00 a R$ 1.000,00 cada
sessão, que pode girar em torno de 30 a 100 tiros de luz).
Durante o tratamento, continue fugindo do sol e de qualquer ambiente quente,
principalmente da sauna e de uma exposição a fortes luzes. Pois esses ambientes
estimulam o surgimento de microvasos. Além do mais, não utilize clareadores, porque os
mesmos incentivam o crescimento dos pelos.
As únicas contra-indicações existentes são para peles morenas e pessoas
diabéticas, por causa do risco de manchar e formar quelôides (eritemas ou cicatrizes).