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VALERIE MUNHOZ |
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Foi no dia em que a Elis Regina morreu
(19/01/1982, eu tinha 12 anos) que usei uma calcinha preta e super sensual
que era da minha mãe. Fui ao campinho de futebol jogar bola com os amigos.
Ninguém percebeu nada e nem a minha mãe, pois quando voltei para casa
guardei na gaveta dela. Depois disso, eu não vesti mais nada até 95, já com
26 anos e noivo da minha 1ª esposa. Estava aqui em SP fazendo um curso de 1
mês, fiquei hospedado na casa de uma prima dela. Durante esse mês que fiquei
sozinho na casa dela, que estava viajando, abusei e vesti tudo que tinha
direito: calcinhas, meias, seus vestidos, fui ao curso varias vezes com suas
roupas. Acabou o mês e meu lado femme sumiu de novo. Casei, me separei e
comecei a virar um maníaco por sexo, era duas três mulheres diferentes por
semana com algumas repetições durante o mês. Arrumei uma namorada. e minha
fantasia de um ménage feminino estava quase acontecendo quando um dia, para
na nossa imaginação de duas mulheres juntas, me vesti com a roupa dela e
ficamos juntas.. daí por diante, sempre que possível eu ficava com as roupas
dela. Comprei um scarpin, uma saia e depois de muitas traições ela descobriu e terminou tudo. comecei a procurar sexo pela net, acabei me arrebentando física, financeira e moralmente. Perdi o emprego e tudo. Em casa com minhas roupas de mulher ficava todos os dias. só para sair me trocava. contei e me mostrei a duas amigas, até o dia que resolvi melhorar o moral e virar gente novamente. fiquei monogâmico, voltei a trabalhar, arrumei nova namorada, hoje minha esposa (que amo muito), mas uma coisa eu não deixei mais: meu lado femme! Foi uma das 1as coisas que disse a ela, sou CD. Ela aprendeu a suportar esse lado, hoje ela quase incentiva – ela se considera uma “cedilha” quase uma s/o..risos. Aqui tem um pouco da Valerie e quero aprender mais sobre mim. Beijos Val |
Atualizada em 05/03/2006