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Desde os meus 6 ou 7 mais ou menos, já
gostava de vestir as calcinhas de minhas irmãs, uma delas 2 anos mais nova
do que eu.
O tempo foi passando, e já aos 10 anos
eu adorava vestir o collant de ballet de minha irmã, e claro continuava a
experimentar as calcinhas dela.
Um dia minha mãe foi trabalhar e fiquei sozinha, então corri para o guarda
roupas de minha irmã, e comecei a desfilar com todas as roupinhas dela. Era
o máximo, só que minha mãe voltou para pegar uma sombrinha, pois chovia
naquele momento, e me pegou no flagra, ela brigou muito comigo, jurei nunca
mais fazer aquilo, mas quem disse que parei, fazia mais escondida do que
nunca.
Já aos 18 anos, novamente ela me pegou usando um maiô, e novamente jurei
nunca fazer de novo. E, novamente, quem disse que parei de vestir lingeries,
maiôs, biquínis, etc., tratei de ser o mais discreta possível. Até que
resolvi namorar uma garota muito bacana e linda, foi bom, comecei a comprar
roupas para ela, principalmente lingeries, só que antes, eu sempre dava um
jeitinho de experimentar e depois dava a ela de presente, claro, sempre bem
arrumadinha, para que nunca desconfiasse de algo.
O tempo foi passando e hoje com 35 anos, casada com uma filha de 5 anos,
contei á minha esposa dessa minha vontade, ela riu num primeiro momento, eu
disse a ela tratar-se de um fetiche, uma fantasia, ela topou, disse-me que
eu até ficava atraente dentro de um lindo bodysuit de lycra e renda vermelho
que havia comprado para ela, mas que servia em mim também, era uma delícia
poder ficar com ela trajando uma lingerie, notando seu olhar, observando
todos os detalhes de meu corpo dentro de uma lingerie, o bojo que sustenta
os seios, contém um pequeno enchimento dando um pequeno realce lembrando a
existência de seios em mim, ela vê, observa, e eu me delicio com tudo o que
ocorre, afinal, não é sempre que se encontra uma companheira assim tão
aberta como ela.
Mas devo dizer, que as coisas nem sempre
são assim, o relato anterior ocorreu entre 1997 a 2004, até que durou muito,
mas não me separei, apenas ela não curte mais esse meu visual, digamos,
fetiche/fantasia.
Hoje, pratico meu crossdressing quando encontro-me sozinha, em casa, não
compartilho com ninguém, virou novamente um segredinho guardado a 7 chaves.
Creio que no fundo, ela deva desconfiar que eu ainda use as lingeries,
pois ela as deixa em lugar separado em nosso guarda-roupas, ela nunca as usa
e creio que não as usará mais, mas estão lá por algum motivo, até pensei em
jogá-las fora, atear fogo, enfim, mas não o faço, pois acredito que, em
qualquer momento nosso de intimidade, penso eu que ela possa sugerir que
vistamos nossas lingeries novamente para voltarmos a brincar como era no
início de nosso relacionamento. Uma coisa é certa: eu jamais abandonarei o
meu crossdressing, mesmo que o pratique às escondidas, faz parte de mim
desde que nasci, creio eu, por praticar esse comportamento desde criança.
Gostaria de participar de um encontro crossdresser, e conhecer alguém aqui
do Estado de Rondônia.
Sinto-me muito sozinha e gostaria de trocar experiências com uma amiga que
entenda o que sinto.
Patrícia |