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MARINNA VEIGA |
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Quando novinha, notei que reparavam nas minhas formas femininas,
especialmente, nas minhas pernas e bumbum roliços, a ponto de uma amiga de
minha mãe ter lhe dito que gostaria que suas filhas tivessem um corpinho tão
feminino como o meu. Também sentia os olhares masculinos cravados no meu traseiro e ficava excitadinha. Posteriormente, veio uma prima, muito bonita e charmosa, morar em nossa casa e, certa feita, quando eu a observava se vestindo para sair com o namorado, ela me falou de como era gostoso ser mulher e usar roupas, sapatos e acessórios femininos, o que despertou minha vontade de experimentar ser uma "menina". Foi quando me montei pela primeira vez, usando um lindo vestido de seda da priminha, suas meias e sapatos altos. Me achei lindinha. Super feminina, pois a roupa realçara meu corpo de "menina". Depois, passei a usar roupas de minha irmã e de minha mãe. Casei-me e passei a usar escondido roupas de minha mulher. Resolvi depois ter meu próprio guarda-roupa feminino, com trajes bem transadinhos, acessórios e sapatos, principalmente, de salto alto. O ato de me vestir de mulher, além de externar os aspectos de minha alma feminina, me faz sentir bem e me deixa feliz. Quando estou sozinha, procuro não perder a oportunidade de vestir-me bem feminina. Eu mesma compro minhas roupas, calçados e acessórios e adoro me ver desfilando em casa, femininamente vestida, assim como, sinto-me ótima, dormindo de camisola, ainda mais, se for de baby-doll. Gosto de me sentir mulher e, como Marinna, dar vazão às minhas mais doces fantasias. Discretamente, sem deixar que tais fantasias interfiram no meu dia-a-dia no mundo em volta, mas que expressem aquela mulher sensual, carinhosa e companheira que sempre existiu dentro de mim e cuja presença em mim sempre foi marcante e deliciosa. Marinna. |
Atualizada em 07/03/2006