JULLYE CRYSTALL
Florianópolis-SC

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Biografia
Desde os meus 10, 12 anos eu faço o possível para ter em mãos roupas femininas para poder vestir, sempre às escondidas. Comecei usando aa calcinhas e sutiãs de minhas irmãs. Usava o que eu pudesse pegar escondido, sempre trancado no banheiro.

Vesti tudo que se possa imaginar e termos de roupas femininas: calcinhas, sutiãs, collants, meias-calça, meias 7/8 (as minhas preferidas), corpetes, maiôs e biquinis. Quando eu tinha cerca de 14, 15 anos, ficava muitas vezes sozinho em casa na parte da tarde. Estas tardes eram um verdadeiro sonho. Eu me montava completamente: calcinha, sutiã, meia calça, uma saia, uma blusinha, um colete e sapatos altos. Por fim, me maquiava. Ficava assim, desfilando de um lado para outro dentro de casa. Outras vezes ainda atacava as roupas de praia, sendo que eu adorava colocar um determinado maiô ou então um biquini estilo asa-delta, que ficava enterrado na minha bunda e mal cobria meu pênis. Era muito gostoso estar completamente vestida como mulher.
 
Não sei se por conta disso ou por conta de minha personalidade, sempre fui muito tímido no trato com as garotas. Somente voltei a me montar depois de casado, usando as roupas de minha esposa. No entanto, por termos uma diferença acentuada de corpo, não é qualquer coisa que eu consigo usar dela. Minha esposa nunca sonhou de que eu possa ter duas personalidades tão distintas.

Assim, fui obrigado a começar a comprar minhas próprias roupas. Só que não foi fácil montar um novo conjunto, até por conta da dificuldade em comprar certas peças na cara dura. Por ser profissional liberal, tenho minha sala comercial e nela um armário que fica sempre trancado. Dentro dela mora o meu outro eu, feminina e poderosa, que só emerge no final do expediente, mesmo assim só de vez em quando.

Atualizada em 07/03/2006